segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Alguns livros obrigatórios para Executivos

Segundo a Revista exame estes 04 livros estão entre os 10 livros obrigatórios para Executivos, então o que estamos esperando?


    
 Postado por Sérgio André 
 Disponível em http://portalexame.abril.com.br/                                         

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Em agosto, vendas no varejo crescem 2,0%

Perpiodo                                 Volumede de Vendas                 Receita Nominal

Agosto / Julho...........................................2,0%........................................1,6%

Média Móvel Trimestral.............................1,4%........................................0,9%

Agosto 2010 / Agosto 2009......................10,4%......................................12,8%

Acumulado 2010.......................................11,3%......................................14,3%

Acumulado 12 meses.................................10,1%......................................13,1%



Em agosto, o comércio varejista do país registrou crescimento de 2,0% no volume de vendas em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. Já a receita nominal cresceu 1,6%. Com tais números, o setor completa quatro meses consecutivos de taxas positivas em volume de vendas e de oito meses em receita nominal. Os outros índices, sem ajuste sazonal, apresentaram crescimento no volume de vendas de 10,4% (sobre agosto de 2009), 11,3% no acumulado em 2010 e 10,1% nos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal obteve crescimentos de 12,8%, 14,3% e de 13,1%, respectivamente.

Volume de vendas cresce nas 10 atividades pesquisadas
Na série com ajuste sazonal, todas as 10 atividades obtiveram variações positivas no volume de vendas: Livros, jornais, revistas e papelaria (3,5%); Móveis e eletrodomésticos (2,9%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,6%); Veículos e motos, partes e peças (2,4%); Material de construção (2,0%); Tecidos, vestuário e calçados (1,9%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,2%); Combustíveis e lubrificantes (1,2%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,4%).


O mesmo ocorreu na comparação com agosto de 2009: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,2%); Móveis e eletrodomésticos (16,7%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,7%); Tecidos, vestuário e calçados (12,8%); Combustíveis e lubrificantes (8,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (12,5%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (24,7%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (13,7%).


Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo foi o setor responsável pela principal contribuição (34,1%) à taxa global do varejo. O resultado é fruto do aumento do poder de compra decorrente do crescimento da massa de rendimento real habitual dos ocupados (8,8% sobre agosto de 2009, dados da PME); além do menor ritmo de crescimento dos preços do setor (nos últimos 12 meses, 2,3% no Grupo Alimentação no Domicilio, abaixo da inflação global do IPCA: 4,5%). Os resultados acumulados da atividade em 2010 e nos últimos 12 meses foram respectivamente de 10,1% e 10,0%.

Móveis e eletrodomésticos proporcionou o segundo maior impacto (25,6%) na taxa global do varejo e retoma os patamares de crescimento pré-crise, mesmo após o término da política de renúncia fiscal (redução de IPI para a linha branca) e do eventual aumento de demanda devido à Copa do Mundo. Explicam os resultados a expansão do crédito e o crescimento da massa real de salários. No acumulado do ano, a atividade cresceu 18,9%, e nos últimos 12 meses 15,1%.


Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos, brinquedos etc., exerceu o terceiro maior impacto (10,0%) na formação da taxa. O desempenho da atividade também está relacionado com o movimento da massa real de salário e do crédito. Em termos acumulados, alta de 7,6% em 2010 e de 7,5% nos últimos 12 meses.


Tecidos, vestuário e calçados foi responsável pela quarta contribuição (8,7%) à taxa global do varejo. Nos acumulados, os resultados foram de 10,8% para os oito primeiros meses do ano e de 7,7% para os últimos 12 meses. A atividade mantém a trajetória de altas mesmo com os aumentos de preços no segmento: 6,1% de variação no grupo vestuário, contra os 4,5% no índice geral, nos acumulados dos últimos 12 meses, segundo o IPCA.


Combustíveis e lubrificantes exerceu a quinta contribuição (8,2%) na taxa global do varejo. A variação acumulada da atividade em 2010 chegou a 6,3%, e nos últimos 12 meses a 4,6%. O crescimento de preços abaixo da média (item Combustíveis com 2,0% contra 4,5% do índice geral, nos últimos 12 meses, segundo o IPCA), reflete os patamares mensais mais elevados de desempenho.


Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com a sexta participação (7,4%) na taxa global do varejo, apresentou crescimento de 12,5% na comparação com agosto de 2009 e acumulados de 11,7% em 2010 e de 11,4% para os últimos 12 meses. Os comportamentos da massa de salários e do crédito, somadas à essencialidade dos produtos, são os principais fatores explicativos do desempenho.


Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com a sétima contribuição (4,6%) na taxa global, obteve acréscimos acumulados de 24,8% no ano e de 18,0% nos últimos 12 meses. Determinam este desempenho, além dos aumentos da massa de rendimentos e do crédito, a importância crescente que os produtos de informática e comunicação vêm obtendo nos hábitos de consumo das famílias e a redução de seus preços1.


Livros, jornais, revistas e papelaria exerceu a oitava maior influência (1,3%) no resultado do varejo. O acumulado no ano ficou em 8,7% e o dos últimos 12 meses em 9,2%. Tais resultados decorrem da melhoria da renda e da diversificação de produtos.


Na comparação com julho, o Comércio Varejista ampliado apresentou altas de 2,1% para o volume de vendas e de 1,7% para a receita nominal, na série com ajuste sazonal. Já na comparação com agosto de 2009 (sem ajuste sazonal), as variações ficaram em 14,0% para o volume de vendas e 16,3% para a receita nominal. Nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses, o setor apresentou variações de 12,2% e 12,3%, respectivamente para o volume de vendas. Já para a receita nominal, as variações ficaram em 14,8% e 14,0%, respectivamente.


O volume de vendas de Veículos, motos, partes e peças cresceu 19,3% em relação a agosto de 2009, acumulando no ano e nos últimos 12 meses variações de 13,1% e 16,8%, respectivamente. Ofertas, lançamento de novos modelos e crédito justificam esse resultado.


Quanto a Material de Construção, as variações foram de 19,9% na relação agosto10/agosto09, de 16,4% no acumulado do ano e de 10,1% nos últimos 12 meses. As medidas oficiais de incentivo à construção civil e o observado aumento de renda, explicam os resultados positivos no volume de vendas.


Resultados regionais

Das unidades da federação, 26 tiveram resultados positivos na comparação com agosto de 2009, com destaques para Tocantins (73,9%); Paraíba (31,3%); Roraima (30,1%); Rondônia (28,8%); e Acre (20,5%). Por outro lado, o único a apresentar variação negativa foi o Piauí (–0,5%). Quanto à participação na composição da taxa global, destaques para São Paulo (9,8%); Rio de Janeiro (9,6%); Minas Gerais (11,0%); Rio Grande do Sul (12,6%); e Paraná (7,8%).


Em relação ao varejo ampliado, os melhores desempenhos em volume de vendas foram de Tocantins (59,8%); Rondônia (35,0%); Roraima (33,7%); Paraíba (28,2%); e Mato Grosso (23,1%). Em termos de impacto no resultado do setor, destaques para São Paulo (13,5%); Minas Gerais (17,2%); Rio Grande do Sul (17,1%); Rio de Janeiro (8,7%) e Paraná (13,3%).


Ainda por UFs, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas apontam 19 estados com variação positiva, na comparação com julho, sendo os destaques: Amazonas (5,6%); Rondônia (4,4%); Roraima (4,4%) e Paraíba (3,9%).

Fonte IBGE 14 de outobro 2010
Carlos Alberto

Gestão Estratégica

A palavra estratégica era usado a muito tempo a.C. Estratègós vem do grego antigo que significa general no comando das tropas. Era muito usado nas atividades militares, como conta San Tzu, um general filofoso chinês, escrevel um livro sobre A Arte da Guerra. Fala que estratégias são parte de um processo que tem como objetivo a realização de determinada tarefa que era usado nas atividades militares.

Estratégia palavra muito usado nas atividades militares e hoje se tornou uma habilidade obrigatória no âmbito empresárial, fazendo gerar uma competitividade que tende forçar as empresas tomarem decisões que o ajudaram a crescer. Pois as empresas que não estão adotando esses métodos para o mercado competitivo que vem crescendo cada vez mais, corre o risco de não permanecer participando desse mercado competitivo. 

Em termos empresariais, a estratégia pode ser definida como "a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global, visando atingir objetivos em longo prazo" (CHIAVENATO, 2002).


                                                                                                                             Carlos Alberto

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Medo do desemprego é o menor desde 1996

CNI: medo do desemprego é o menor desde 1996


Índice de Medo do Desemprego caiu 1,5% em setembro e atingiu o menor nível da história

Eduardo Rodrigues,

13/10/2010
15:22



Brasília - Os brasileiros nunca estiveram tão confiantes em manter seus empregos, de acordo com o Índice de Medo do Desemprego de setembro, divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador recuou 1,5% em relação a junho deste ano e chegou aos 81,1 pontos - o mais baixo patamar desde a criação da pesquisa, em maio de 1996. Em relação a setembro do ano passado, a queda foi de 9,1%.

De acordo com o documento, 55% das 3.010 pessoas entrevistadas entre os dias 25 e 27 de setembro afirmaram não estar com medo do desemprego. Além disso, 30% do total disseram estar com pouco receio de perder o emprego, enquanto 15% confessaram ter muito medo do desemprego.

"A economia retomou o crescimento e as taxas de desemprego das principais regiões metropolitanas estão entre as mais baixas da história", afirmou em nota o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Para ele, como o crescimento da economia continuará elevado em 2011, o indicador deve permanecer próximo do piso histórico nesse período.

Portal exame.

O desemprego tem deixado muita gente de orelha em pé pessoas que não estão preparadas ou não fazem nenhum esforço para se preparar ou não têm recursos para alcançar essa competitividade que vem amedrontado muita gente. Isso mostra que as há muita indústria no mercado precisando de pessoas com qualificadas para trabalhar.

Hoje muitas empresas estão investindo cursos teóricos e práticos para seus colaboradores, buscando uma melhora em seu desempenho na execução de suas atividades.



Carlos Alberto.

90% dos líderes atuais estão despreparados para ocupar papel de direção

Segundo consultor, empresas brasileiras são carentes em posições de liderança eficazes

A preocupação das empresas na busca de líderes de atitude e preparados para a função é cada vez mais comum. Um bom líder pode guiar com mais eficiência a equipe para alcançar os melhores resultados para a organização.
Só que encontrar o perfil ideal de liderança está cada vez mais difícil no mercado. "Hoje se percebe uma carência nas empresas de âmbito nacional de pessoas em posições de liderança que exercem a função de maneira mais eficaz", relatou o consultor empresarial, Marco Antonio Peruzzato, em sua última palestra "Ser Líder: Você está preparado?" na sede do Centro Uno.
Segundo o consultor, cerca de 90% dos líderes atuais estão despreparados para este trabalho. Os dados, segundo o especialista, são da Fundação Dom Cabral.
Por isso, a qualificação e capacitação se tornam essenciais para a construção de líderes mais eficientes em seus setores. "A liderança é uma qualidade que pode ser desenvolvida no ambiente de trabalho e na vida" relata o consultor Peruzzato.
Para o consultor, durante esse processo, o papel do departamento de RH torna-se fundamental na busca de capacitar às lideranças, preparar e desenvolver o time, manter/aumentar motivações e comprometimento. "O RH deve ter consciência sobre o quanto é importante o líder buscar uma capacitação para que as empresas cheguem aos resultados de maneira mais eficaz" finaliza o consultor.


POSTADO POR CLEBER MEDEIROS

Olá. Quero lhe fazer uma proposta indecente...

Você toparia uma parceria na qual você não ganharia nada? Pois é, mas tem muita gente propondo isso por aí...
Todo santo dia - eu disse t-o-d-o s-a-n-t-o d-i-a - recebemos alguma proposta de parceria no Administradores. Empreendedores e diretores de marketing muito sabidos entram em contato querendo divulgar seus produtos e serviços em troca de um benefício "irrecusável". Vamos a alguns exemplos mais comuns:
- "Olá! Estamos fazendo um evento e queremos divulgar no seu site. Em troca, seus usuários contarão com um desconto de 5% no valor da inscrição".
- "Olá! Queremos propor uma troca de banners. Vocês divulgam nosso banner em seu site, e vice-versa".
O que me motivou a escrever esse artigo, foi a última proposta que recebemos. O sujeito escreveu um livro, e quer divulgar através de uma estratégia baseada nos conceitos de marketing de um guru americano de autoajuda chamado Joe Vitale. A coisa funciona mais ou menos assim: você recebe um e-mail falando do produto, que vem com um brinde x, e se você comprar AGORA receberá um pacote de bônus cujo valor é de 10 x o valor do livro que você está comprando. Você já deve ter visto esse tipo de oferta por aí, isso é mais velho do que andar pra trás.
E aí, quer ser meu parceiro?
Bom, o autor desse livro propôs que nós fizéssemos a divulgação dessa oferta para a nossa base de mais de 200 mil cadastrados no Administradores. O que receberíamos em troca? Além de nosso logotipo constar como apoiador dessa brilhante ação, ganharíamos a experiência de haver colocado essa estratégia inovadora em prática - e depois ele nos ensinaria como fazer algo parecido.
Gostaram?
Confesso que tenho calafrios quando abro um e-mail com a palavra "parceria" na linha de assunto. Sempre declinamos esse tipo de propostas, mas muitas vezes a pessoa do outro lado se irrita. Parece que a Lei de Gérson nunca sairá de moda no Brasil.
Quando a internet começou por aqui, a moda era a troca de links e banners entre os sites. Como os sites tinham uma audiência parecida - ou seja, quase nada - a estratégia até que tinha alguma lógica. Quem visitasse um site, acabaria tomando conhecimento do site do vizinho.
Hoje em dia, a coisa mudou drasticamente. Atualmente, a web é uma forma de mídia consolidada - e a que mais cresce, a propósito. As permutas ainda são comuns, mas apenas entre os veículos equivalentes em termos de audiência e número de usuários cadastrados. A Rede Globo anunciaria a sua empresa sem cobrar nada? Acredito que não. Algumas regrinhas básicas antes de propor parcerias por aí:
- Se você tiver objetivos de vender algum produto ou serviço pela web, tenha em mente que é necessário investir em publicidade.

- Se você encontrar algum site que faz anúncios de graça, esteja ciente que o seu retorno deverá ser proporcional ao valor investido, ou seja: zero.

- Se você realmente quer alavancar o seu negócio com base em parcerias, lembre-se de propor algo que reamente valha a pena para a outra parte. 5% de desconto para os associados? pfffffff!
Em suma, é a velha lição que você deve ter escutado de seus pais ou de seus avós: um negócio deve ser bom para ambos os lados. Essa é a filosofia mais simples e, ao mesmo tempo, mais profunda do mundo dos negócios.
Proposta indecente? Tolerância zero.


POSTADO POR CLEBER MEDEIROS

Você sabe quais são as 100 marcas mais valiosas do mundo?

Você sabe quais são as 100 marcas mais valiosas do mundo?


Interbrand divulga ranking das 100 marcas globais mais valiosas. Coca-Cola é eleita a mais valiosa pelo 11º ano seguido. Confira a lista!

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A Coca-Cola foi eleita a marca mais valiosa do mundo
Foi divulgada pela consultoria internacional Interbrand, a 11ª. edição do ranking das 100 Marcas Globais Mais Valiosas. A Coca-Cola continua liderando o ranking como a marca mais valiosa do mundo. A empresa, desde a 1ª edição da lista, nunca perdeu seu posto de principal marca e foi avaliada em US$ 70,4 bilhões pela estudo. O valor é quase US$ 6 bilhões a mais que a IBM, segunda colocada no ranking.

O estudo confirma o sucesso atual das empresas voltadas para as áreas de tecnologia e computação. Entre as 10 empresas eleitas como mais valiosas em 2010, metade pertencem a essa área. Além da IBM, a Microsoft ficou em terceiro lugar com um valor total de sua marca avaliado em US$ 60,8 bilhões. Já a Google alcançou o 4º lugar com US$ 43,5 bilhões e a GE, ficou em quinto com um valor estimado em US$ 42,8 bilhões.

O estudo considera a marca como uma representação financeira do que ela significa para os ganhos de uma empresa. O cálculo leva em conta três fatores: os ganhos financeiros obtidos pelas empresas com suas marcas, a preferência dos consumidores pela marca e estimativas sobre a capacidade da marca de gerar ganhos no futuro.

De acordo com o diretor geral da Interbrand no Brasil, Alejandro Pinedo, a grande observação nesse ano é que a relação entre as marcas e clientes têm mudado irrevogavelmente. "As empresas que agirem com autenticidade e clareza sairão em vantagem no caminho da construção de uma marca sólida. O motor da mudança é o comportamento do consumidor, menos fiel e mais cético em relação às marcas".
Do ranking, as marcas que tiveram os maiores ganhos em seu valor, comparado ao último ano, foram as empresas de tecnologia: Apple (+37%), Google (+36%) e BlackBerry (+32%). Também obtiveram ganhos expressivos as empresas do setor financeiro J.P.Morgan (+29%) e Allianz (28%) por terem conseguido sair da crise com a reputação intacta e em claro movimento de recuperação.
Quem caiu

No grupo das empresas que mais perderam valor em relação à marca, a famosa empresa de motocicleta Harley Davidson obteve redução de 24%. Já a Toyota, que foi fortemente impactada por um recall anunciado em janeiro envolvendo diversos modelos, sofreu redução de 16%.

A Nokia sofreu queda de 15% pela demora de entrada no mercado de smartphones, a Dell perdeu 14% devido à dificuldade com o desenvolvimento de sua marca e sub marcas, e a Citi caiu 13% pois estava entre as instituições financeiras mais impactadas pela crise econômica,

Veja a tabela das 10 primeiras:

RANKING DAS MARCAS MAIS VALIOSAS

Posição no ranking Marca Valor (em US$ bilhões)

1º Coca-Cola 70,452

2º IBM 64,727

3º Microsoft 60,895

4º Google 43,557

5º GE 42,808

6º McDonald's 33,578

7º Intel 32,015

8º Nokia 29,495

9º Disney 28,731

10º HP 26,867

Fonte: Interbrand
A íntegra do Best Global Brands 2010 está disponível, juntamente com análises e metodologia, em http://www.thebestglobalbrands.com/.


POSTADO POR CLEBER MEDEIROS